- Beijin, Beijin, Tchau!, Tchau! –
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Por Jamerson Izaque Widller
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É pessoal, as olimpíadas chegaram ao fim.
Quantos momentos fantásticos foram registrados durante esses dias de competição, não é mesmo?
Recordes foram quebrados, limites superados, surpresas, vitórias e muita emoção por parte dos atletas, narradores e nós, espectadores, que nos envolvemos durante a competição esperando a conquista para o nosso país.
Mas, como apenas torcer não basta, é preciso o máximo do atleta, a simbiose de conquistas e fracassos é uma constante que se mostra presente nos momentos mais inesperados.
As Olimpíadas de Pequim 2008, China, entrará pra história com grandes campeões, como o Michael Phelps, e suas tão merecidas e comentadas oito medalhas de ouro, ou os jamaicanos que brilharam no atletismo, tanto nas provas masculinas e nas femininas, e a anfitriã China que superou todas as expectativas e disparou no ranking com suas dezenas de medalhas de ouro, deixando os EUA no rastro de seu cometa. Isso sem mencionar os outros tantos vitoriosos que mesmo sem o tão sonhado ouro, lutaram com brilhantismo e venceram, mesmo que não tenham ganhado.
É o caso das meninas do futebol feminino do Brasil. O ouro ficou pequeno diante da bravura delas para trazer para o país a tão desejada vitória, que como diria Galvão Bueno, parecia fugir delas e a prata refletiu a garra até o último segundo de jogo.
Emoção grande também veio com o Cielo, que me fez perder o sono para assistir a competição de natação e me emocionar juntamente com todos durante o Hino Nacional - Se bem que agora eu não simpatizo tanto com ele como antes, porque acho que ele não é tão simpático quanto esperava e por isso seu brilho foi um pouco ofuscado, ao menos para mim -.
E a nossa atleta e seu centímetro de Ouro, Maurren Maggi, que venceu suas dificuldades e chegou lá, com um pouco da ajuda do público que estava presente no estádio durante a sua apresentação que a aplaudiram enquanto ela corria para o salto da vitória.
Tivemos também o ouro das meninas do vôlei, que embora eu não tenha assistido ao jogo porque estava no trabalho, fiquei satisfeito com a conquista e o tão merecido resultado.
E pra não dizer que não falei das rosas, temos que comentar também os indesejáveis fracassos que se mostraram mais presentes entre nossos atletas do que imaginaríamos.
Quem não se surpreendeu com a queda do Diêgo Hipólito? A pisada fora da linha da Daiane dos Santos e da Jade Barbosa? O Ricardo e Emanuel que eram uma das duplas favoritas e ficaram com o bronze, e pela primeira vez em muitos anos, o vôlei feminino não sobe ao pódio.
É... Foram dias inesquecíveis pra mim, que sou principiante nessa história de Olimpíadas, pois somando a essa, só assisti três em meus vinte anos, a de Sidney, Atenas e Pequim.
Ficarão momentos inesquecíveis em minha memória, das madrugadas em claro pra ver a busca por uma medalha, dos gritos, decepções, de chegar em casa correndo pra ligar a TV e ver qual era a modalidade que estava competindo, os comentários de Andréia João, Jaque, Tande, Gustavo Borges e a narração de Luiz Roberto e Galvão Bueno.
Agora volto a minha rotina de estudos, ao menos pretendo voltar, e aguardarei até as Olimpíadas de Londres, torcendo para que nossa delegação seja cada vez maior e traga mais conquistas e torcendo para que o Brasil possa sediar as Olimpíadas em 2016, que sem dúvida, farei questão de estar presente torcendo em algumas competições.
Então é isso, sentirei as mesmas emoções em 2012, até lá, Beijin, Beijin, Tchau!, Tchau!
Quantos momentos fantásticos foram registrados durante esses dias de competição, não é mesmo?
Recordes foram quebrados, limites superados, surpresas, vitórias e muita emoção por parte dos atletas, narradores e nós, espectadores, que nos envolvemos durante a competição esperando a conquista para o nosso país.
Mas, como apenas torcer não basta, é preciso o máximo do atleta, a simbiose de conquistas e fracassos é uma constante que se mostra presente nos momentos mais inesperados.
As Olimpíadas de Pequim 2008, China, entrará pra história com grandes campeões, como o Michael Phelps, e suas tão merecidas e comentadas oito medalhas de ouro, ou os jamaicanos que brilharam no atletismo, tanto nas provas masculinas e nas femininas, e a anfitriã China que superou todas as expectativas e disparou no ranking com suas dezenas de medalhas de ouro, deixando os EUA no rastro de seu cometa. Isso sem mencionar os outros tantos vitoriosos que mesmo sem o tão sonhado ouro, lutaram com brilhantismo e venceram, mesmo que não tenham ganhado.
É o caso das meninas do futebol feminino do Brasil. O ouro ficou pequeno diante da bravura delas para trazer para o país a tão desejada vitória, que como diria Galvão Bueno, parecia fugir delas e a prata refletiu a garra até o último segundo de jogo.
Emoção grande também veio com o Cielo, que me fez perder o sono para assistir a competição de natação e me emocionar juntamente com todos durante o Hino Nacional - Se bem que agora eu não simpatizo tanto com ele como antes, porque acho que ele não é tão simpático quanto esperava e por isso seu brilho foi um pouco ofuscado, ao menos para mim -.
E a nossa atleta e seu centímetro de Ouro, Maurren Maggi, que venceu suas dificuldades e chegou lá, com um pouco da ajuda do público que estava presente no estádio durante a sua apresentação que a aplaudiram enquanto ela corria para o salto da vitória.
Tivemos também o ouro das meninas do vôlei, que embora eu não tenha assistido ao jogo porque estava no trabalho, fiquei satisfeito com a conquista e o tão merecido resultado.
E pra não dizer que não falei das rosas, temos que comentar também os indesejáveis fracassos que se mostraram mais presentes entre nossos atletas do que imaginaríamos.
Quem não se surpreendeu com a queda do Diêgo Hipólito? A pisada fora da linha da Daiane dos Santos e da Jade Barbosa? O Ricardo e Emanuel que eram uma das duplas favoritas e ficaram com o bronze, e pela primeira vez em muitos anos, o vôlei feminino não sobe ao pódio.
É... Foram dias inesquecíveis pra mim, que sou principiante nessa história de Olimpíadas, pois somando a essa, só assisti três em meus vinte anos, a de Sidney, Atenas e Pequim.
Ficarão momentos inesquecíveis em minha memória, das madrugadas em claro pra ver a busca por uma medalha, dos gritos, decepções, de chegar em casa correndo pra ligar a TV e ver qual era a modalidade que estava competindo, os comentários de Andréia João, Jaque, Tande, Gustavo Borges e a narração de Luiz Roberto e Galvão Bueno.
Agora volto a minha rotina de estudos, ao menos pretendo voltar, e aguardarei até as Olimpíadas de Londres, torcendo para que nossa delegação seja cada vez maior e traga mais conquistas e torcendo para que o Brasil possa sediar as Olimpíadas em 2016, que sem dúvida, farei questão de estar presente torcendo em algumas competições.
Então é isso, sentirei as mesmas emoções em 2012, até lá, Beijin, Beijin, Tchau!, Tchau!
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