sexta-feira, 30 de julho de 2010

- Oito ou sete anos! Meo Deos, isso tudo??


Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Pablo Neruda

***

Niver da Família Avada não dah pra passar em branco neh?
Por isso pequena homenagem pra vocês, que são meus bobos e sérios, minhas crianças e velhos, meus loucos e santos, e principalmente, minha constância.
Como o texto eu meio que roubei da nossa comu, também roubei nossas fotos, pq não tava com saco pra procurar fotos com todos nós. Valeuz.

(datelhe Enzio incluso na foto).

domingo, 25 de julho de 2010

- O problema é... -

... que eu só queria sentir de indiferença, o tanto que eu sinto de ódio em determinadas situações!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

- A cor do silêncio -

por Dana Norram



—x—

Ele às vezes, e só às vezes, sentia-se mal por não se sentir mal em deixar a mãe sozinha com a irmã. Era quando se lembrava de que era tão mais importante e necessário lá fora, fazendo coisas, descobrindo coisas, ajudando a Grifinória a ganhar a copa das casas e sendo o primeiro do ano de todos os anos.

Não nascera para cuidar da família e Gellert foi o primeiro a lhe dizer isso, em voz alta, após longos minutos em que os dois passaram olhando um para o outro sem trocarem uma só palavra. O fim da segunda semana que passavam juntos.

"Não é a toa que está assim tão infeliz. Você é um paradoxo, meu caro Albus." Gellert havia quebrado o silêncio nascido de uma discussão qualquer e esticara os dedos para tirar os fios de cabelo que caíam sobre o rosto de Albus. "E já sabe disso. Está no lugar errado. Não há nada para você aqui."

—x—

Mas houve. Por dois meses. Os mais curtos da sua vida. E os melhores também, ele não teria coragem de negar, nem décadas depois. Dois meses em que mesmo o silêncio era tão valioso quanto rubis lapidados. Uma paz ingênua que significava apenas o começo de uma nova e tão bem-vinda batalha de palavras.

—x—

Jamais houve um eu gosto de você. Eles simplesmente sabiam. Eram inteligentes demais até para isso. Portanto, não houve surpresa verdadeira para Albus quando Gellert aproveitou-se daqueles instantes em que os dois apenas se olharam sem ter nada de mais a dizer e, segurando seu rosto entre as mãos frias, o beijou com força e cumplicidade.

Mas suas bochechas coraram assim mesmo.

—x—

Gellert também gostava dos cabelos dele. Dizia que eles tinham cor de silêncio. De todos os silêncios do mundo. Daquele que vinha antes das palavras ensaiadas e logo após os gestos impensados.

Um silêncio que sujava as mãos.

—x—

Muito tempo se passou desde o dia em que Ariana morreu e Gellert fugiu e não era culpa de ninguém e de todo mundo ao mesmo tempo. Desde que Aberforth perdeu o que restava da compostura. Quando nem o luto de suas roupas pôde esconder as manchas do sangue que lhe caíram do nariz quebrado.

Embora confessasse a si mesmo, quando pensava no assunto, que a pior parte foi passar aquela noite em claro, os olhos doloridos dos vasos dilatados, esperando por uma palavra amiga de consolo. Que nunca veio.

Nem quando precisou dela. Nem depois, no tarde demais, quando ele quis perdoá-lo e não viu por que fazê-lo.

-x-

Essa fic, como o título do post revela, se chama A cor do Silêncio, que eu encontrei procurando fics com o shipper Dumbledore e Grindelwald e simplesmente acho phoda.
Clica no link da fic pra vc lê-la completa, eh soh uma página e não eh tão maior do que o que postei aki, por isso acho-a tão intensa mesmo sendo tão curta.
E a fanart eh tudo, a mais bonita do casal que jah vi.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

- Homo Erectus -

Navegando na net, encontrei esse video bem interessante sobre Um determinado Homo Erectus!
E achei bem interessante!
Logo, estou aki pra compartilhar com vocês...


espero que vcs gostem....

p.s; gente, esse post foi editado pq postei o video errado. heheheh, sorry.

sábado, 17 de julho de 2010

- A Frase certa na hora certa -

"Acordei com uma forte ressaca e do lado da cama tinha um copo d'água e duas aspirinas.
Olhei em volta e vi minha roupa passada e pendurada. O quarto estava em perfeita ordem. Havia um bilhete de minha mulher:

*Querido, deixei seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado. Bjs.*

Desci e encontrei uma mesa cheia, café esperando por mim.
Perguntei à minha filha:
- O que aconteceu ontem?
- Bem, Pai, você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou móveis, urinou na cristaleira, fez estragos até chegar no quarto.
- E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da sua mãe?
- Bem, é que mamãe o arrastou até a cama e, quando ela estava estava tirando a sua calça, você gritou: NÃO FAÇA ISSO MOÇA, EU SOU CASADO E AMO MINHA ESPOSA!!"

Encher a cara - R$ 70,00
Móveis destruídos - R$ 1.200,00
Café da manhã - R$ 20,00
Dizer a frase certa no momento certo NÃO TEM PREÇO.

***
Achei tão fófis. Será que eu diria o msm? ¬¬'
- Diálogo fuderosamente fuderoso -


Dumbledore: Mas eu sabia, também, qual era o ponto fraco de Voldemort. Então, tomei minha decisão. Você seria protegido por uma magia antiga de que ele tem conhecimento, mas que despreza e, portanto, sempre subestimou, para seu prejuízo. Estou me referindo, naturalmente, ao fato de que sua mãe morreu para salvá-lo. Ela lhe conferiu uma proteção duradoura que ele jamais esperou, uma proteção que até hoje corre em suas veias. Confio portanto, no sangue de sua mãe. Entreguei você à irmã dela, sua única parenta viva.

Harry: Ela não me ama. Ela não liga a mínima…

Dumbledore: Mas ela o aceitou. Pode tê-lo aceitado de má vontade, enfurecida, contrariada, amargurada, mas, ainda assim, o aceitou, e, ao fazer isso, selou o feitiço que lancei sobre você. O sacrifício de sua mãe transformou o vínculo de sangue no escudo mais forte que eu poderia lhe dar.

Harry: Mas continuo sem…

Dumbledore: Enquanto você ainda puder chamar de sua a casa em que vive o sangue de sua mãe, ali você não pode ser tocado nem ferido por Voldemort. Lílian derramou seu sangue, mas ele continua vivo em você e em sua tia. O sangue dela tornou o seu refúgio. Você precisa voltar lá apenas uma vez por ano, mas enquanto puder chamar aquela casa de sua, enquanto estiver lá, ele não poderá atingi-lo. Sua tia sabe disso. Expliquei-lhe o que tinha feito na carta que deixei com você à porta dela. Ela sabe que ao acolher você ela talvez o tenha mantido vivo nos últimos quinze anos.”

***
Tipow assim, amo essa cena no livro. Uma conversa phoda, tão phoda quanto outras que pretendo publicar aki no site o quanto antes. Teh mais people.

*Imagem meramente ilustrativa.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

- Todo o poder... -



... do glúteo.

Neh, Binne?

Ai, gente, eu sofro tanto fazendo esse exercício na academia!!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

- Teste Oftalmologico -

Você precisa usar óculos??


Olhe cuidadosamente a foto acima.



Vc viu a bunda da garota de tras?


Leia abaixo...


Se vc viu, entao é bom ir a um oftalmologista o mais rapido possível,
ja que é apenas o ombro da garota usando a cāmera...

Volte e olhe novamente!


A minha consulta é amanha ąs 13hs....
- O mundo já caiu... -

, baby.


Só me resta dançar sobre os destroços.
(...)

terça-feira, 13 de julho de 2010

- Roubando poemas -

Gosto dos venenos mais lentos,
das bebidas mais amargas,
das drogas mais poderosas,
das idéias mais insanas,
dos pensamentos mais complexos,
dos sentimentos mais fortes…
tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.

Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar!

Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo pra sempre...

Clarice Lispector

sábado, 10 de julho de 2010

- É tudo uma questão de interpretação... -

"Molly, you in danger girl"

"Don't you see? I'm not a fake. Not about this".

*Eu desafio qualquer um a não ver a intensidade da interpretação dessa mulher neste filme*


Como diria Sibelle, o olhar de Oda Mae Brown nessa última cena eh bem aquele: Eu num disse que tava falando a verdade?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

- I love you Phillip Morris / O golpista do ano -

Demorei, mas aqui estou eu postando!
Eh q tava sem saco e quando comento um post com meus amigos antes de publicá-lo, dae eh que a motivação pega o circular da UFRN (lotadinho como ele eh) e vai embora msm.

Mas estou aki pra falar rapidamente de um filme que assisti recentemente que é I love you Phillip Morris (O golpista do ano).
Num eh aquele filme que eu vá assistir 12542 vezes depois da primeira, mas se a galera se reunir e me chamar eu topo.

Isso quer dizer que gostei do filme mais pela temática gay do que por outro motivo qualquer.

Enquanto que a elogiada atuação de Jim Carey não me cativa tanto assim, a outra tão ou mais aclamada atuação de Ewan Mcgregor me deixou de queixo caído, me convenceu por completo, teve horas que eu esquecia que o ator não eh gay de tão bem que ele fez o papel, e mais, eh um personagem que dah vontade de criar de tão fofo...

(eu quero ele pra mim, mãe, compra pra mim, por favor, por favor, eu quero muito um desses na minha cama!).

O Rodrigo Santoro cumpri bem seu papel no filme, mas eh aquele personagem que num vai nem vem.
Não vou negar que o enredo ateh que eh engraçado em algumas cenas, mas o final marca geral, chorei litros... (se bem que isso num quer dizer muita coisa, neh Binne? sempre choro).

Mas mesmo assim eu recomendo-o pra quem quiser descontrair um pouco.

Kisses people, desculpa a demora pra postar. hehehe

p.s; detalhe nas imagens que escolhi, lindas não?